Minha ama
Docemente ela chama,
o meu nome ela clama
deita-se na cama
e simplesmente me ama.
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A fria névoa não cobre a minha alma, apenas descobre o que nunca a acalma, o Amor!
Devido a ausência de cores o ser humano sorri, meu peito infla de amores e vou ao mundo colorir!
Os sentimentos são profundos, o homem é que é raso demais.
Os pessimistas vêem espinhos nas rosas; os otimistas, rosas em espinhos e os realistas vêem que mesmo as coisas mais belas e puras tem seus defeitos e defesas.
O ser humano é completamente insatisfeito, quanto mais ganha, mais quer e quando perde ele sofre, mas ergue a cabeça e segue em frente, ultrapassando os limites impostos por ele mesmo.
Quando os meninos entenderem o que as mulheres pensam, eles tornar-se-ão homens.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Pós-escuridão
Procuro o sol sumido
dentro do teu sorriso.
A tempestade se expande
no castanho, no sangue.
Trovões ensurdecem
e raios emudecem
os tolos palhaços da praça
cujas piadas perderam a graça.
Não encontro a luz
apenas o negro sol
coberto de alcaçuz
e descoberto no bemol.
As seminotas ecoam
na praça, todos sorriem
os músicos entoam
e os artistas riem.
O hino d'amor fora cantado
o majestoso astro surgia
os passantes encantados
brilhavam a luz do dia.
dentro do teu sorriso.
A tempestade se expande
no castanho, no sangue.
Trovões ensurdecem
e raios emudecem
os tolos palhaços da praça
cujas piadas perderam a graça.
Não encontro a luz
apenas o negro sol
coberto de alcaçuz
e descoberto no bemol.
As seminotas ecoam
na praça, todos sorriem
os músicos entoam
e os artistas riem.
O hino d'amor fora cantado
o majestoso astro surgia
os passantes encantados
brilhavam a luz do dia.
As vezes sou...
Quem sou eu?
Quem vou ser?
Isto é seu
ou meu dever?
Mudo constantemente
de forma e pensamento
não sei quem sou realmente
meu grande contentamento.
As vezes sou pedra
uma ametista quieta
energizada e de quebra
sigo em linha reta.
As vezes sou ave
livre e solta a voar
a mim não cabe
uma prisão para dar.
As vezes sou criança
serelepe e risonho
livre na infância
humilde nos sonhos.
As vezes sou velho
corcunda e sábio
conto linhas em vermelho
falo mas não com lábios.
As vezes sou jovem
rebelde e confuso
as coisas me movem
por isto eu mudo.
Quem sou eu?
Quem vou ser?
Isto é teu
ou meu dever?
Quem vou ser?
Isto é seu
ou meu dever?
Mudo constantemente
de forma e pensamento
não sei quem sou realmente
meu grande contentamento.
As vezes sou pedra
uma ametista quieta
energizada e de quebra
sigo em linha reta.
As vezes sou ave
livre e solta a voar
a mim não cabe
uma prisão para dar.
As vezes sou criança
serelepe e risonho
livre na infância
humilde nos sonhos.
As vezes sou velho
corcunda e sábio
conto linhas em vermelho
falo mas não com lábios.
As vezes sou jovem
rebelde e confuso
as coisas me movem
por isto eu mudo.
Quem sou eu?
Quem vou ser?
Isto é teu
ou meu dever?
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