A vasta mata aberta
acomoda os cumes em linha
os gnomos em suas cobertas
contam estrelas nas entrelinhas.
O poeta acompanha a vila
até o pai de toda a mata
ajoelhado ao verde Ramila
chora às sementes que cata.
"Perdoe por meus irmãos senhor,
perdoe, não sabem o que fazem,
juro a ti, cheio de amor
que reverterei o mal que fazem."
O homem verde orgulhoso
seu galho toca no ombro poeta
a luz dos olhos, sem indireta
brilham tanto em tom formoso.
"A ti concedo o meu apadrinho,
meu filho és, não chore mais,
voe alto, às nuvens, passarinho
cumpra seu dever, não olhe atrás".
~Bruno Agostta
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Histórias
Todos nós somos donos da história,
o grande mocinho e o vilão,
mudamos o roteiro de hora em hora,
esmagando café com as mãos.
Ficamos acordados imaginando o fim
e esquecemos de ler com calma
cuidamos detalhes sem afins
e viramos a grande alma.
Cuide da história meu leitor
que a faz na verdade é o senhor,
um ler desatento e a vida desaba
das personagens debaixo da aba.
A sua vida é contada ao léu
não a desperdice com futilidades
agradeça ao grande e largo céu
esta tua oportunidade.
Viva intensamente,
ria alegremente,
e sorria abertamente.
~Bruno Agostta
o grande mocinho e o vilão,
mudamos o roteiro de hora em hora,
esmagando café com as mãos.
Ficamos acordados imaginando o fim
e esquecemos de ler com calma
cuidamos detalhes sem afins
e viramos a grande alma.
Cuide da história meu leitor
que a faz na verdade é o senhor,
um ler desatento e a vida desaba
das personagens debaixo da aba.
A sua vida é contada ao léu
não a desperdice com futilidades
agradeça ao grande e largo céu
esta tua oportunidade.
Viva intensamente,
ria alegremente,
e sorria abertamente.
~Bruno Agostta
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