domingo, 23 de setembro de 2012
Luz azul
A borboleta voa à janela aberta
sua cor azul resplandece à sala
o altivo trono que está na ala
inveja-a por sua cor tão bela.
O altar cinza tão deprimente
arregala-se por tamanha beleza
a borboleta tão sorridente
anima o salão da realeza.
Fantasmas cinzas dos reis mortos
iluminaram-se pelo ar tão leve
da luz azul que derrete a neve
das almas frias dos defuntos tortos.
sua cor azul resplandece à sala
o altivo trono que está na ala
inveja-a por sua cor tão bela.
O altar cinza tão deprimente
arregala-se por tamanha beleza
a borboleta tão sorridente
anima o salão da realeza.
Fantasmas cinzas dos reis mortos
iluminaram-se pelo ar tão leve
da luz azul que derrete a neve
das almas frias dos defuntos tortos.
Mario,o passarinho
Vale lembrar e explicar que um dos autores que me inspiraram foi o poeta (grande poeta) Mario Quintana. Era um humano simples que gostava de sentar num banco de um praça em especial e ficar observando as pessoas,feito um passarinho,como ele mesmo escreveu:
Poeminha do contra
"Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho! " (Mario Quintana)
Depois deste, resolvi lhe escrever uma homenagem, então vamos ao poema:
Mario, o passarinho
Dorme passarinho
teu sono eterno
não fuja do ninho
em pleno inverno.
Voe passarinho
tão alto e sereno
não caia do ninho
em reles venenos.
Viva passarinho
tão alegre e belo
não percas o ninho
não percas o elo.
Em nossa mentes viverá
em nossas vidas, estará
tão eterno quanto o teu voo
é tuas palavras que entoo.
Obrigado Passarinho.
Fogo gélido
Frias mãos seguro
a gélida face tão doce
que permanece o sorriso puro
belo gesto por pior que fosse.
A morte ainda não chegara
e então, por que está tão fria?
É a tristeza que gela minh'alma,
é a melancolia que tu sofrias.
Uma lágrima cristalina rolou
e pousa delicadamente em teu rosto
o formato belo do amor ficou
na gélida dama que reluz com gosto.
Outrora fria, irradia a cor
já fora gélida, estás rubra.
Era tão triste e encontrou o amor.
A lágrima que era muda
deu seu toque, seja qual for
sussurrou no ouvido da surda:
"não fique triste, eu sou o amor."
a gélida face tão doce
que permanece o sorriso puro
belo gesto por pior que fosse.
A morte ainda não chegara
e então, por que está tão fria?
É a tristeza que gela minh'alma,
é a melancolia que tu sofrias.
Uma lágrima cristalina rolou
e pousa delicadamente em teu rosto
o formato belo do amor ficou
na gélida dama que reluz com gosto.
Outrora fria, irradia a cor
já fora gélida, estás rubra.
Era tão triste e encontrou o amor.
A lágrima que era muda
deu seu toque, seja qual for
sussurrou no ouvido da surda:
"não fique triste, eu sou o amor."
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