Sinto falta da minha infância
dos meus tempos de criança
dos "pega-pega" e das risadas
D'um tempo puro sem malícias
onde o ingênuo ser sorria,
brincava, eram tempos de alegria
repletos de beijos e de carícias.
E agora, num faz-de-conta real
sem "café-com-leite" ou "ferrolhos"
cheio de regras d'um penal
onde os pequenos, os pimpolhos
não ouvem mais o tic-tac
do reloginho nem os zig-zags...
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Perdida nas teias das memórias a minha infância se esconde dos bichos-papões quem brincam de pega-pega, num armário cheio de monstros.
~Bruno Agostta
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