confuso,mas estou firme,
luto por um mundo decente
não perfeito como nos filmes.
Quero um mundo real
sem misérias,sem fome
livrai de todo o mal
o homem que não come.
Quero o verde das florestas
quero animais fora da linha,
linha de risco tão besta
que existir não podia.
Quero o azul dos lagos
e o azul puro do céu
contarei com todos os magos
para removermos o véu.
O negro véu que cobre o sol
impedindo a branda luz
os músicos tocam em bemol
enquanto imploramos: "Mais luz!".
e o azul puro do céu
contarei com todos os magos
para removermos o véu.
O negro véu que cobre o sol
impedindo a branda luz
os músicos tocam em bemol
enquanto imploramos: "Mais luz!".
Gostei das relações diversas. E também da estrutura paradoxal, da antitese estabelecida entre realidade e o mundo mentalizado pelo eu lirico.
ResponderExcluir