domingo, 9 de setembro de 2012

Luz,por favor!

Sim, sou um adolescente
confuso,mas estou firme,
luto  por um mundo decente
não perfeito como nos filmes.

Quero um mundo real
sem misérias,sem fome
livrai de todo o mal
o homem que não come.

Quero o verde das florestas
quero animais fora da linha,
linha de risco tão besta
que existir não podia.

Quero o azul dos lagos
e o azul puro do céu
contarei com todos os magos
para removermos o véu.

O negro véu que cobre o sol
impedindo a branda luz
os músicos tocam em bemol
enquanto imploramos: "Mais luz!". 

Um comentário:

  1. Gostei das relações diversas. E também da estrutura paradoxal, da antitese estabelecida entre realidade e o mundo mentalizado pelo eu lirico.

    ResponderExcluir