terça-feira, 21 de agosto de 2012

Novidades (depois de muuuuito tempo)

 Seguinte pessoas invisíveis que eu imagino que leiam o meu blog,desculpa pelo espaço de tempo enorme que deixo entre uma postagem e outra mas é que eu to escrevendo o meu primeiro livro sabiam? então não posso disponibilizar tantas poesias,mas creio poder deixar algumas reflexões e uns textos que tenho aqui. Não sei se sabem mas eu escrevo desde (mais ou menos) a metade do ano retrasado e só me empenhei mesmo na escrita no final do ano passado,agora perguntem-me "por que tanto tempo para escrever pra valer?",simples, eu não me achava bom o suficiente para escrever,sempre me achei crianção demais,imaturo demais,não acreditava que seria lido,aplaudido ou elogiado,resumindo eu era um idiota.Uma dica pra vocês leitores nos quais são escritores,pintores,desenhistas,grafiteiros,etc,etc e etc...acreditem em vocês mesmos,mostrem o seu talento,tenha orgulho de sua arte mas nunca,nunca mesmo deixe se levar pelo medo de ser um fracasso e nunca pare de tentar aperfeiçoar a arte,pois tudo que é belo,inspirador sempre pode ser melhor,criativo,vibrante mesmo em preto e branco.
 Deixo a vocês alguns poemas de minha autoria.

                                                                                       Bruno Agostta



   Aos amigos (todos eles)


Amigos,amigos,grandes amigos,
sem eles não vivo,
sem cor e sem asas,
sem conto de fadas.

Florestas verdejantes,
vejo tons brilhantes,
vejo pássaros cantando,
vejo Zéphiros voando.

Amigos,amigos,grandes amigos,
são como florestas,
são dias de festas,
são melhores amigos.

---------------- / / -----------------

   Mistura de tudo

sou uma mistura de tudo
romântico,mitológico
Camões e Castelo Branco,
mas eu não sou mudo.

Penso e Falo tudo
como todos os autores
mostro algozes,
mostro o mundo.

--------------- / / -----------------

   Sociedade?!

Sugerindo ideias novas
sou aceito a certo grupo
sociedade uma ova!
de erros eu não me culpo.

Perguntei-me o que deixo
para a prole que se segue
deixei cair-me o queixo
pois nada se consegue.

O verde está extinguindo,
os rios estão secando
e os sinos estão tinindo.

Sem esperanças eu ando
com o futuro surgindo.
Façam o que eu mando
para não ficarem fugindo
da morte e seu manto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário